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postheadericon Recompor: Orientação corporal na Policlínica da Engenhoca

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A idade vai chegando e, mesmo que a pessoa esteja bem de saúde, o corpo começa a dar sinais de cansaço. E, para retardar o processo natural do envelhecimento, mantendo o corpo saudável e a mente bem-disposta, a Policlínica Regional da Engenhoca vem desenvolvendo um importante trabalho direcionado não somente aos maiores de sessenta anos, mas também, às pessoas de todas as idades que chegam diariamente ao Serviço de Fisioterapia da unidade: as ações do Recompor, um grupo de convivência que busca a orientação e reeducação do comportamento corporal.


Coordenado pela fisioterapeuta Andréa Márcia Andrade, toda segunda-feira, às 15h, o grupo promove atividades que têm como objetivo principal conscientizar o usuário quanto às posturas corporais no seu dia a dia. Além disso, as técnicas repassadas aos participantes buscam instrumentalizá-los para o autocuidado e encorajá-los à prática de atividades físicas, quando forem necessárias ou indicadas por um profissional de saúde.


Como resultado, explica Andréa Márcia, que é esperada a diminuição dos riscos e agravos nas dores osteomusculares crônicas, a consequente diminuição do fluxo de retorno destes pacientes à clínica ortopédica e reumatológica da unidade, e, principalmente, do uso indiscriminado de anti-inflamatórios.

 

“Antes de iniciar as atividades, monto uma roda de conversa com os pacientes. O diferencial do trabalho está em colher informações que irão auxiliar no tratamento que será prestado a cada um.”, explicou a coordenadora.

 

De acordo com o coordenador do curso de Fisioterapia e Estágio da Faculdade Estácio de Sá, professor Antônio Marcos Couto Lopes, cerca de 10 alunos da instituição atuam na unidade. “Eles acompanham cada etapa do trabalho, auxiliando outros pacientes”, comentou.

 

A técnica de enfermagem da Secretaria de Estado de Saúde, Tatiane de Almeida Silva, 42 anos, está de licença médica há cinco anos e, há três, recebe atendimento no Grupo Recompor. Ela se recupera das sequelas deixadas pela Síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que provoca fraqueza muscular súbita causada pelo ataque do sistema imunológico ao sistema nervoso periférico. “Eu tive uma infecção intestinal severa e, a partir dali, desenvolvi a doença. Cheguei aqui de cadeira de rodas e hoje estou retomando minha vida normal”, comentou.

 

Para a aposentada Adelir Borges Gomes, 74 anos, o tratamento oferecido no Grupo Recompor mudou sua vida. “O atendimento é personalizado. Sofria de fortes dores no joelho e braço direitos. Com exercícios específicos de alongamento, que posso fazer em casa, controlo os sintomas da artrose e busco levar uma vida normal”, enfatizou.

 

 

 

 
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