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postheadericon Capacitação para agentes de saúde finaliza seus trabalhos

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A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Niterói realizou nesta terça-feira (17) uma celebração no Hospital Municipal Carlos Tortelly (HMCT) pelo término das aulas da 2ª turma do curso EdPopSUS de capacitação para agentes comunitários, de zoonoses e integrantes do Conselho Municipal de Saúde. Na ocasião, foi apresentada uma peça teatral feita pelos próprios agentes de situações cotidianas desse trabalho que atua na ponta, nos territórios onde os usuários residem pelo município.

O curso, que se iniciou em agosto, é uma parceria da FMS com o Ministério da Saúde e com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz. Todas as sextas-feiras, cerca de 30 alunos receberam, das 8h às 17h, uma gama de diretrizes e atualizações no Sistema Único de Saúde (SUS), sempre com convidados especialistas e seguindo o método Paulo Freire de educação popular e emancipatória. "A intenção é que com essa formação eles virem multiplicadores das informações e repassem para seus companheiros de trabalho", afirmou Cláudia Márcia, da Vigilância em Saúde da Policlínica Guilherme March, Fonseca, uma das educadores organizadoras do curso junto a Paulo Junior e Camila Figueiredo, da Ouvidoria da Saúde.

"É gratificante a entrega de vocês, uma classe profissional essencial para o SUS, que conhece a realidade de vida dos usuários e que deve ser valorizada", disse Paulo Junior,  no final da apresentação, emocionado com o trabalho edificante de todos e ressaltando a importância de defender o SUS em seus pilares de universalidade, integralidade e equidade.

Uma das participantes, a agente Ardalla Guimarães, locada no Médico de Família Cafubá I, disse que as aulas foram fundamentais para a melhoria do seu serviço: "foi revolucionário, agora estou com outro olhar sobre a importância do SUS, que apesar das dificuldades tem que ser defendido e que nós temos que trabalhar com êxito para que tudo funcione da maneira certa".

Na exposição teatral, uma das atividades lúdicas do curso, os agentes se arriscaram em serem atores e atrizes ao relatar casos comuns encontrados no trabalho com a saúde, como por exemplo a confusão de alguns sobre a diferença entre hospital de urgência e ambulatório com marcação de consultas e o respeito ao nome social de pacientes transexuais.
Ivone Suppo, do Conselho Municipal de Saúde e administradora do Centro de Estudo do HMCT que destinou o espaço também saudou o evento: "o agente comunitário e de zoonoses está na ponta do atendimento, fazendo o primeiro contato e acompanhando o tratamento dos usuários e esse incentivo de educação é a base para qualquer profissão".

 
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